PAULISTAS PARTICIPAM E APRENDEM NA
COMEMORAÇÃO DOS 10
ANOS DE COOPANGIO DO
RIO DE
JANEIRO
Desde
sua
fundação nutro
uma
simpatia
pela Coopangio,
achando
ser o
caminho da
redenção da
dignidade do
Médico
Angiologista e
Cirurgião
Vascular
brasileiro.
Essa
admiração
era intuitiva,
empírica,
sem
um
conhecimento
baseado
em
evidência.
Dia 15 de
novembro tive
a
honra
em
receber
um
convite
para
assistir a
festa
em
homenagem aos
dez
anos de
fundação da
Coopangio, e a
quatro
palestras
sobre
Cooperativa de
Especialidade.
Corri
falar
com o
Presidente de
nossa
Regional, Cid
José Sitrângulo Junior,
em
plena
sessão da
última
Reunião
científica do
ano de 2004,
quando José
Carlos Baptista Silva apresentou o
Painel
sobre “Biologia
Molecular e
Terapia Gênica
em
Cirurgia
Vascular”, “que
fechou
com
chave de
ouro as
atividades
científicas da SBACV-SP”.Presidente:
essa é uma
grande
oportunidade
para
nos
inteirarmos
sobre uma
Coopangio; precisamos
enviar
um
representante
nosso
para o
Rio de
Janeiro.
Ele
perguntou-me se
poderia
ir, e
lá fui
eu.
No
dia 04 de
dezembro de
2004, na
sede do
Colégio
Brasileiro de
Cirurgiões, na
cidade do
Rio de
Janeiro, às
08,30 h,
eu estava
presente, aguardando o
início da
Cerimônia
marcada
para as 09 h,
onde fui
muito
bem recebido
pela
costumeira
simpatia
carioca,
através da
pessoa de Marcio
Leal de
Meirelles,
que extravasou
uma
grande
alegria
pela
presença de
um
paulista, e
pediu
que enviasse
agradecimentos ao
Presidente
Cid, da SBACV-SP,
por
esse
ato de
consideração e
amizade,
aquiescendo ao
convite deles.
Durante
quatro
horas fiquei
atento à
exposição de
todos os
oradores,
gravando as
palestras e
fotografando
todos os
slides,
com a
devida
permissão do
Presidente de
Honra e
fundador, Márcio
Leal de
Meirelles.
Estiveram
presentes, o
Presidente da
SBACV-RJ, Sérgio
Leal de
Meirelles,
sua
Diretoria, e
muitos
convidados,
tais
como:
Presidente da
SMRJ, CREMERJ, Deputado-Médicos, Cooperados, e
entre
esses, José
Amorim de Andrade, de
quem ouvi
relato da
dificuldade
em, ao
menos,
igualar os
valores dos
honorários (inferiores)
dos
Angiologista e
Cirurgiões
Vasculares, ao
dos
Radiologistas
intervencionista (honorários
superiores),
que
me motivou a
falar
sobre essa
injustiça,
com
protesto, no
meu
último
artigo.
É
impossível,
através de
um
simples
artigo,
relatar
tudo o
que assisti.
Talvez, num
tempo
mínimo de uma
hora de bate
papo, numa
reunião
especial
para
quem se
interessasse,
poderia
contar a
essência do
que vi e ouvi,
projetando os
slides e
exibindo
parte da
gravação de
quatro
horas de
palestras,
ou
reproduzindo
tudo,
integralmente!
A boa
impressão
intuitiva,
empírica,
passou
ser
baseada
em
evidência.
Quem chegou a
dez
anos de
atividade é
porque deu
certo, e
como deu
certo.
José Antônio Monteiro da Silva (que
me recebeu
com
muita
alegria e
simpatia),
atual
Presidente da
COOPANGIO-RJ, iniciou
sua
palestra
citando Glenn
van
Ekeren: “Precisa
fazer
algo”
resolverá
mais
problemas do
que “algo
tem
que
ser
feito”. Seguiu
com
um
pouco de
História:
Fase 1 – 1995/1998
A conscientização –
Estruturas
Teóricas
Fase 2 - 1999/2000
Adesão dos
Médicos –
Estruturação
Prática
Fase 3 – 2001/2003
Conhecimento
da
População –
Venda do
Livro
Fase 4 – 2004/2005
Representação
Coletiva –
Central de
Cobrança
Uma Coopangio intermedeia
seus
cooperados (sem
limite de
número e
baixa
taxa de
adesão
para
cobrir as
despesas
administrativas), negocia
com as
operadoras, evitando a
exploração do
Médico,
representando-o
dignamente,
defendendo a CBHPM,
como
condição
mínima na
proteção
justa dos
honorários, e
o
Credenciamento
Universal,
que garante o
direito e a
oportunidade
de
todos,
indistintamente,
os
Angiologistas
e
Cirurgiões
Vasculares,
devidamente
credenciados, atenderem aos
clientes,
usufruindo
estes da
liberdade
sagrada,
inscrita no
Código de
Ética, a de
escolher
seu
Médico.
Dr. Nelson Louzada, oftalmologista
carioca,
expert
em
Cooperativa de
Especialidade
Médica,
Presidente da
COOESO (Cooperativa
do
Especialista
em
Oftalmologia),
um dos
palestrantes do
dia, disse:
“Exigir
R$42,00, numa consulta, de uma operadora boa
Aceitar R$18,00 de uma
operadora
ruim
Cobrar R$150,00 de
um
paciente
sem
plano de
saúde”
“Isso
é “EXTORCIVO”
A Cooeso é a
que está
mais
avançada
em
organização de
Cooperativas
de
Especialidades,
e passou
assessorar a Coopangio, e
muitas
pelo
Estado de
São Paulo e
pelo Brasil
afora,
conseguindo uma
harmonia
entre
Médicos,
pacientes e
operadoras, de
modo
inteligente,
justo,
prático,
produtivo,
rentável,
fruto de
muito
trabalho,
que vem
agradando os cooperados, obviamente.
Vou
rezar
para
que a
Coopangio, a Cooeso perpetuem essa
postura
Ética,
que vêm
demonstrando
até
agora,
como tive
oportunidade
de
constatar
nos
Festejos dos
Dez
Anos de
Coopangio, e passem a
contagiar as
Sociedades de
Especialidades
para defenderem,
galhardamente,
seus
associados.
Só
me fica uma
dúvida:
esse
altruísmo,
essa
postura
íntegra dos
colegas
fundadores, e
administradores
desses
dez
anos,
perdurará
através de uma
Cláusula
contratual
que impeça
qualquer
possível
deslize de uma
futura
administração?
Mesmo sendo
uma
organização
pequena,
que permite
muita
transparência,
tranqüilizando os cooperados, no
futuro poderá
ocorrer a
repetição de
um
desmando de uma Unimed de
São Paulo?
As Unimed limitam o
número de
cooperados e cobram
cara a
cota de
adesão; dizem,
que no
interior, os
médicos
cooperados
são
proibidos de
atender
outros
planos,
sob
pena de
descredenciamento; impedem o
usuário de
realizar
exames
solicitados, e
ter
reembolso de
pagamento de
honorários,
quando
atendido
por
Médico
fora do
seu staf, num
flagrante
desrespeito ao
Código de
Ética
Médica, o
Direito a
livre
escolha:
verdade?
Fica
aqui
um
convite
para estudarmos a
possibilidade de fundarmos uma Coopangio
em
São Paulo,
semelhante a
do
Rio de
Janeiro, e as
da Cooeso
em
funcionamento
em
muitos
Estados
brasileiros.
Tenho algumas
diretrizes
básicas,
que aprendi no
dia 04 de
dezembro de
2004,
que passarei
ao
Presidente
Cid,
além de
podermos
contar
com a
assessoria da
Cooeso,
bem credenciada
para
tal.
Departamento de
Defesa
Profissional
da SBACV-SP
Rubem Rino

