Biênio 2000/2001 - no. 09 – Outubro/00
Reportagem
Editorial
Notas
Journal Club
Artigo
Entrevista
Reunião Científica -
Agenda
Editorial
Assim como já foram promovidas anteriormente,
e com sucesso, campanhas para detecção
preventiva e tratamento de aneurisma abdominal da
aorta, lançamos agora aos membros desta sociedade
a idéia de um mutirão de varizes. Esta
campanha poderia estar na base de nossas solicitações
ao governo visando a melhoria dos serviços
oferecidos pelos Sistema Único de Saúde
- SUS. Uma possibilidade seria o seguinte acordo:
ao invés de pagar em espécie os cerca
de R$ 500,00 de cada operação (R$ 250,00
pagos ao médico e mais cerca de R$ 250,00 em
despesas pagas ao hospital), esse dinheiro seria gasto
na aquisição de equipamentos como o
ultrassom-dupplex colorido, que contribuiriam para
e melhor diagnóstico e tratamentos das doenças
arteriais. Esta é uma das propostas, mas o
que queremos é abrir a discussão para
os membros desta sociedade.
Certamente, os recursos gastos na aquisição
de novos equipamentos são ainda mais úteis
na medida em que a aparelhagem adquirida estará
disponível para uso durante vários anos.
Não são apenas os equipamentos utilizados
para diagnósticos que ajudam a melhorar a qualidade
do atendimento dos usuários do SUS.
Computadores, que ajudam a organizar a documentação
dos casos que já estão sendo tratados
também trazem benefícios indiretos mas
essenciais para se aprimorar a qualidade do atendimento.
Não adianta só operar e não fazer
um acompanhamento do paciente.
Também é necessário considerar,
neste sentido, que o paciente operado precisa ser
visto pelo médico mais vezes por ano, a fim
de evitar complicações do pós-operatório
que acabam não só encarecendo o tratamento
mas também comprometendo ainda mais sua saúde.
Estes são temas para reflexão entre
os membros da SBACV.
O ministério da saúde já tem
se mostrado favorável e dado mostras de sua
disponibilidade em colaborar, como demonstra a proposta
da Secretaria de da Saúde do Estado em criar
uma "Semana de Detecção da Doença
Venosa". Cabe a nós criar as condições
para que este e outros projetos se efetivem.
José Mário dos Reis - presidente
ENVIE SEU RESUMO DE TRABALHO PARA APRESENTAÇÃO
E DISCUSSÃO NAS PRÓXIMAS REUNIÕES
CIENTÍFICAS. OS TRABALHOS DEVEM SER ENVIADOS
ATÉ O DIA 15 DO MÊS ANTERIOR AO DA PUBLICAÇÃO.
ALÉM DOS RESUMOS, VOCÊ PODE PUBLICAR
TAMBÉM ARTIGOS NO BOLETIM. ENCAMINHE-OS PARA
A SECRETARIA DA SBACV OU PARA O E-MAIL sbacv@shaman.com.br
.
Notas:
Novo telefone da SBACV: (0__11) 5083-3686
Aviso da Tesouraria:
É muito importante manter-se atualizado com
o pagamento da anuidade. O débito acarreta
perda de direitos e, acumulados dois anos de inadimplência,
isto implica na exclusão do sócio, conforme
previsto nos estatutos da SBAVC.
Para evitar problemas com o recebimento dos boletos
é importante manter seu endereço atualizado.
Possíveis alterações podem ser
comunicadas pelo telefone (0__11) 5083-3686. Ajude,
por favor, a divulgar este número entre os
colegas que não estejam recebendo o Boletim.
Recado ao Associado
Colabore com o censo da sociedade. Forneça
os dados dos seus colegas médicos vasculares
que não são filiados à sociedade.
Envie por telefone ou fax: (0__11) 5083-3686 ou
End.: novo endereço !!
e-mail: sbacv@shaman.com.br
Expediente
Presidente: José Mário S. M. dos Reis
1o. vice: Roberto Saccilotto
2o. vice: Newton de Barros Jr.
Secretário geral: José Carlos Baptista
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2o. secretário: Ruy Barbosa
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Diretor científico: Henrique J. Guedes Neto
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Journal Club
Responsáveis: Dr. Henrique Jorge Guedes Neto
- Diretor Científico
Nilo Izukawa - Vice-Diretor Científico
Caros sócios e colegas da SBACV
Neste número do nosso boletim não farei
nenhum resumo de artigo lido, mas aproveitarei para
fazer algumas reflexões.
Qual o significado desta sessão no nosso boletim?
Acredito eu e o nosso Corpo Editorial que este espaço
é um lugar aberto para que todos vocês
possam participar da nossa Diretoria, escrevendo-nos
um resumo de algum artigo interessante que foi lido.
Não gostaria que sempre uns poucos usassem
esta sessão, pois tenho certeza de que com
um mínimo de esforço todos e cada um
de vocês leu ou está lendo algo interessante.
Saia da rotina, faça um resumo e mande para
nós. A Sociedade é uma entidade viva
e, como tal, necessita de ar novo para respirar.
Escreve, discuta, participe!
Um abraço da Diretoria Científica.
Dr. Henrique Jorge Guedes Neto
Artigo:
ESCRITA LÍMPIDA
por Renzo Sansoni
Temos recebido inúmeras queixas, cartas e sugestões
de clientes e amigos, para tocar numa das feridas
de nossa classe: a escrita não-límpida
e não-legível das receitas médicas.
A confusão, a ira e a angústia de clientes,
com receita rabiscada e "telegrafada" são
de impressionar e fazer pensar. Principalmente nos
serviços públicos de saúde, onde
o cliente não passa de um nome no mapa de atendimento.
Já vimos paciente masculino usando Methergin,
quando necessitava de Meticorten. Já atendemos
criança usando Cataflam por meses e meses,
e a intenção do doutor era prescrever
Cenalfan. Já vimos cliente chegando ao CTI
sem que os médicos plantonistas conseguissem
decifrar a medicação em uso, com o paciente
inconsciente. Já vimos parente de paciente
dando bofetada no esculápio, pela impaciência
e impertinência deste ao cuidar da compreensão
daquele, para o correto uso dos medicamentos. Enfim,
já vimos muita coisa engraçada e trágica
neste denominador comum que é a irresponsabilidade
do profissional na hora de respeitar os clientes,
sonegando a informação em forma de boa
escrita e uma perfeita orientação. É
como se achassem que farmacêutico, além
de aviar receitas, tem a obrigação de
ser bom em criptografia.
A impressão que fica é que o médico
quer se esconder atrás de sua ortografia, com
medo de ser preciso, claro, objetivo e responsável
perante o cliente e seus familiares.
É só conferir a assinatura do doutor,
principalmente nos receituários públicos:
não há como descobrir quem assinou a
receita. Preguiça simples?
Podemos também interpretar como falta de convicção
naquilo que se escreve; sabemos todos, é bem
verdade, que aquilo que está escrito tem peso
moral (e jurídico) muito maior do que aquilo
que se fala.
Outra hipótese, não menos importante,
é o receio de sua escrita cair em mãos
alheias (imprensa, advogados, outros colegas mais
problemáticos, etc...). E por aí afora
o filme segue, tentando justificar porque nós,
médicos, escrevemos com tanto malabarismo e/ou
desinteresse para com a caligrafia/ortografia.
Como nunca conseguimos compreender, academicamente,
a causa desta tradição nefasta, e nunca
ninguém se dispôs a tocar no assunto,
resolvemos, por conta e risco de nossa pena, lancetar
o abscesso encapsulado da incorreta escrita médica.
Fica aqui a cutucada penetrante em nossas faculdades
e demais instituições, para encaminhamento,
discussão e tratamento adequados.
Assuntos sérios merecem debates sérios.
O que esperamos, de coração, é
que esta aberração não continue
se justificando por um contexto de décadas
passadas, quando o médico podia dar-se ao luxo
(ou tolice/soberbia) de passar por sofisticado, distante,
rabugento, misterioso, autoritário, mágico
e abusado. Hoje temos computadores modernos, com boas
impressoras e papel bonito e enfeitado com nosso nome,
endereço, CPF e CRM. Mesmo para quem não
os possui, a hora é de escrever bem, legível
e com limpidez inquestionável; e que nossos
clientes tenham toda facilidade em ler e compreender.
Afinal, é o restabelecimento da saúde
deles que interessa.
Renzo Sansoni é oftalmologia em Uberlândia/MG
CRMMG 8772
Artigo:
Conversando com um amigo colega
Amigo! Exerço a medicina na base do quanto
pior melhor (infelizmente0, com clínica particular
somente, há quase 15 anos, depois de um desentendimento
com alguns diretores de convênios por melhores
honorários e por nunca ter aceito o conselho
do uso de dois pesos e duas medidas, em relação
ao tipo de cliente, particular ou de convênio,
o que iria contra minha formação moral,
ética e religiosa, e a conduta profissional
intransigente nos meus 37 anos de formado.
- O amigo: Como assim? Por que quanto pior melhor?
Ora, já lhe explico: os convênios não
pagam mal os médicos até reduzindo os
valores das consultas e dos procedimentos em geral?
Estes não se vêem forçados a reduzir
o tempo de atendimento ao cliente para atender um
número maior de pessoas para impedir a queda
do seu rendimento financeiro, já diminuto,
por conseguinte gastando no máximo 15 minutos
numa consulta? O médico não tem que
obedecer cegamente ao convênio com medo de descredenciamento?
O cliente não está cansado da pressa
e do mal humor, do diagnóstico indefinido e,
às vezes, da conduta imprecisa e do resultado
do procedimento médico, que deixa a desejar?
- O amigo: Calma! Agora dou meu parecer: isso acontece
pelo fato de o cliente desconhecer a exploração
por que passa este bravo soldado da medicina, das
suas 16 horas diárias de trabalho, fora os
plantões, restando-lhe pouquíssimo tempo
para dedicar à esposa e aos filhos ou à
namorada, para dormir, para estudar. E que enquadra-se
nesta situação a maioria dos que milita
a nobre arte de curar com responsabilidade. Constitui
uma minoria os irresponsáveis que dão
trabalho ao CRM. O médico brasileiro sofre
um verdadeiro massacre ditatorial, que o impede de
exercer dignamente sua profissão. Sobra dinheiro
para o colega conveniado comprar livros, participar
de cursos, congressos, simpósios, jornadas
etc. e adequar seu consultório para o bom acolhimento
ao cliente?
Não diga mais nada, entendi tudo. Ia lhe falar
do Código de Ética Médica na
defesa desses colegas oprimidos, mas Ética,
ora Ética aqui na nossa pátria querida!
Amigo, você falou do Código de Ética;
pois bem, eu até cito e envio ao convênio
alguns de seus artigos, aqueles que falam da não
interferência na conduta do médico pedindo
exames ou na realização de procedimentos,
na condução de um caso clínico
ou cirúrgico, prorrogação da
internação hospitalar do paciente, quando
um funcionário qualquer do convênio exige
que se justifique tudo isto, com advertência
punitiva. Para surpresa minha, embora o interlocutor
seja leigo, acabo sendo entendido, e os preceitos
Éticos preservados.
- O amigo: Bem, mas você pode questionar com
estas organizações, baseado no Código
de Ética Médica, sem sofrer o temor
do descredenciamento por ser essencialmente autônomo!
E como transcorreu sua vida profissional?
Quando tomei a decisão de largar todos os convênios,
15, só atendendo particularmente, muitos colegas
tacharam-me de louco e afirmaram: você não
sobreviverá na medicina. Reduziu meu ganho;
em contra partida cresci profissionalmente, emocionalmente,
realizando a medicina que sempre sonhei e com humildade,
dentro dos meus limites.
- O amigo: Você saberia dizer-me a porcentagem
de médicos atendendo só em clínica
particular?
Pela estatística levantada na APM, somam de
2% a 5% dos médicos em atividade aqueles que
fazem parte deste grupo. Um grupo que poderia crescer
muito se todos convencessem seus clientes a terem
contrato só com seguro-saúde, e no plano
mais alto possível, facilitando a livre escolha
de médico, hospital, laboratório e um
reembolso de honorários de consulta e de cirurgia
mais elevados, muitas vezes igualando ao valor estipulado
pelo próprio médico, por não
haver exigência de credenciamento por parte
da seguradora. E a mensalidade gasta pelo segurado
pode ser absorvida pelo imposto de renda.
Nós, angiologistas e cirurgiões vasculares
somos muito resistentes a usar o marketing, a mídia.
Não nos moldes charlatanescos, anti-éticos,
mas de maneira séria, genérica, encabeçada
pela nossa Sociedade, como fazem muitas sociedades
de especialidades, principalmente dos Estados Unidos,
onde, há muito, foi superado o medo da propaganda
ética. Nossa especialidade é a mais
humilde de todas aqui no Brasil, e até desconhecida
do leigo que fala: "Ah, o senhor é cardio-vascular,
médico de varizes, como se chama mesmo sua
especialidade?" Basta. Vamos divulgar realmente
o que somos e o que fazemos, como fazemos, porque
fazemos, impondo respeito também por parte
de outras especialidades que estão invadindo
"nossa praia".
- O amigo: Se você só tem clientela particular,
ao invés de ficar no seu cantinho comendo seu
filé mignon ou seu caviar, critica esse estado
de coisas, sugerindo soluções, pensando
ser elas fáceis de resolver. Por quê?
Sou um idealista incorrigível, sou um revoltado
contra injustiças, desde que me conheço
por gente, e o período de maior prática
dessa revolta foi na minha militância política
universitária, na saudosa Curitiba de inúmeras
lutas e vitórias. Na realidade, sou mesmo um
Dom Quixote de La Mancha, sou um eterno sonhador de
utopias como união da classe médica,
saúde, escola, moradia digna para todos os
brasileiros, melhor distribuição de
renda, derrota da corrupção política
em todos os níveis. Disse sou? Espere um pouco,
é melhor dizer fui, porque sinto esmaecer toda
aquela vontade de cerrar fileiras com meus colegas
e lutar por dias melhores à nossa classe. Tentei...
Consolo-me com o dizer de Martin Luther King: "Mais
vale tentar e não conseguir do que ver a vida
passar".
- O amigo: Desculpe-me a franqueza, mas acho que você
é, antes de mais nada, um grande ingênuo
e cego, não vendo muitas, muitas cousas acontecendo
por aí nos bastidores...
Será mesmo Amigo?!!
Rubem Rino
Entrevista:
Título: Escleroterapia
Esta é uma técnica largamente difundida
e que cumpre, além de uma função
estética e, antes de mais nada, um importante
papel no tratamento das terajectasias. Para falar
sobre este tema, convidamos o Dr. Baptista Muraco
Neto.
Boletim - A escleroterapia tem sido procurada e indicada
mais por sua função estética?
Dr. Baptista Muraco Neto - A escleroterapia tem sim
uma função estética mas, antes
de tudo de tratamento de uma doença que é
terectasia. Em conseqüência, acaba tendo
um resultado estético e realmente melhora também
este aspecto.
Boletim - O paciente em geral tem esclarecimento sobre
a importância da escleroterapia como tratamento
de saúde ou só procura o procedimento
em busca do resultado estético?
Dr. Muraco - Todo paciente deve ser esclarecido. Porque
a terajectasia é de fato uma doença,
evolui como uma doença, pode ter sintomatologia
e costuma apresentar piora em circunstâncias
como o período menstrual na mulher.
Boletim - Em geral, quando a escleroterapia perde
sua eficácia e passa a ser indicada a cirurgia?
Dr. Muraco - O que diferencia a terapêutica
é o tamanho do vaso. Quando há possibilidade
de formar coágulo, não se deve usar
a escleroterapia. Vasos menores, de 2 a 3 cm de diâmetro
em geral são tratados com escleroterapia. Veias
maiores, as micro-varizes ou varizes podem ser tratados
cirurgicamente.
Boletim - Qual a eficiência da escleroterapia
em sintomas como dores e sensação de
ardor nas pernas?
Dr. Muraco - Para a grande maioria dos pacientes existe
uma grande melhora no quadro clínico, mas esta
melhora varia de pessoa para pessoa. Pode ser de 60%,
de 80%, depende.
Boletim - Costuma haver recaída após
o procedimento?
Dr. Muraco - O comum, quando há sucesso, é
não haver recidiva no próprio local.
Mas pode ser que surjam outros vasos próximos
de onde foi tratado. Isso vai depender de uma tendência
constitucional da pessoa e não em função
do insucesso do tratamento.
Boletim - A mídia tem divulgado o tratamento
feito com uma espuminha. Esta é uma boa técnica?
Dr. Muraco - O traamento feito com a injeção
de uma espuminha é um procedimento antigo.
Iniciou, se não me engano, com o Dr. Algir
Medeiros, no Rio de Janeiro, há cerca de 50
anos. É um método que tem provavelmente
alguns riscos, porque a espuma pode, por exemplo,
se difundir pelos vasos e acabar causando necrose
de pele ou provocar bolhas que são pequenas
embolias pulmonares ou ainda, causar manchinhas na
vista. Não entendo porque voltou-se a falar
desta técnica, porque ela já foi substituída
há muito tempo por outras mais seguras e voltar
a ela seria um retrocesso.
Boletim - Existe a indicação de escleroterapia
em pacientes grávidas?
Dr. Muraco - Durante a gravidez eu nunca faço
escleroterapia. Porque a gravidez é uma situação
favorável ao aparecidmento dos pequenos vasos
que, por sua vez, tendem a desaparecer sozinhos após
a gravidez. A escleroterapia também não
é indicada nestes casos porque é responsável
por um mecanismo (provocado por alteraçdões
hemodinâmicas e hormonais, por exemplo) que
não é possível ser compensado
com a escleroterapia.
Boletim - Há também algum tipo de restrição
para as pessoas obesas?
Dr. Muraco - Não. A não ser para quem
tem obesidade mórbida. Mas quem, apesar do
peso, é ativo, movimenta-se, tem atividades
normais pode receber a eslceroterapia.
Boletim - Que tipo de cuidado é recomendado
após o procedimento?
Dr. Muraco - Eu gosto de manter a região esclerosada
comprimida. Existem várias formas de fazer
isso: com faixas de tecido ou elásticas, com
curativo, com meias elásticas. A escolha da
forma só depende do profissional e não
há diferença de eficiência entre
elas. Mas o ideal é manter o leito fechado
por um período de 12 a 24 horas.
Trabalhos científicos
Agenda
Reuniões Científicas Abertas a Todos
os Interessados:
FACULDADE DE MEDICINA DA USP - às quintas-feiras
das 10:00 às 11:00h LOCAL: Anfiteatro - 8o.
andar HC
BENEFICÊNCIA PORTUGUESA DE SÃO PAULO
- às quartas-feiras das 12:30 às 13:30h
LOCAL: Anfiteatro - 2o. andar B.P.
UNIFESP - ESCOLA PAULISTA DE MEDICINA - às
quintas-feiras das 13:30 às 15:30h LOCAL: Anfiteatro
- 3o. andar H.S.P.
HOSPITAL HELIÓPOLIS - Visitas à Enfermaria
Terças-feiras às 8:00h LOCAL: 8o. andar
e P.S.
HOSPITAL MUNICIPAL DO TATUAPÉ - Serviço
de Cirurgia Vascular - Visitas e Discussão
de Casos às quintas-feiras às 8:00 e
às 14:00h LOCAL: 7o. andar e P.S.
HOSPITAL IPIRANGA - todas as terças-feiras
- Visitas clínicas das 9:00 às 10:00h
e Reuniões clínicas das 10:30 às
11:00h LOCAL: Anfiteatro - 9o. andar
HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL - Reunião
e Visita Semanal do Serviço de Cirurgia Vascular
- às segundas-feiras a partir das 8:15h LOCAL:
14 º. Andar
HOSPITAL DO SERVIDOR PÚBLICO MUNICIPAL - Visita
à Enfermaria às terças-feiras
das 7:30 às 9:00h e discussão de casos
clínicos às quintas-feiras às
18:00h
INSTITUTO DANTE PAZZANESE DE CARDIOLOGIA - Setor de
Moléstias Vasculares - Visita e discussão
de casos, às sextas-feiras, das 8:30 às
10:30h
UNICAMP - HOSPITAL DE CLÍNICAS - Reuniões
da Disciplina todas as terças-feiras às
8:15h LOCAL: Anfiteatro 1 º. Andar do Amb. de
Cirurgia. Segue-se a discussão de pacientes
internados até 10:30h
CASA DE SAÚDE SANTA MARCELINA - Visitas à
Enfermaria às segundas-feiras às 15:00h
no 6 º. Andar às quartas-feiras às
16:00h
INSTITUTO DE ANGIOLOGIA E CIRURGIA VASCULAR DE SANTOS
- HOSPITAL GUILHERME ÁLVARO - FACULDADE DE
CIÊNCIAS MÉDICAS DE SANTOS - Reunião
do Serviço com visita à Enfermaria e
Discussão de Casos todas as segundas-feiras
às 10:00h LOCAL: Anfiteatro do Hospital Guilherme
Álvaro
FACULDADE DE MEDICINA DE BOTUCATU - HOSPITAL DAS CLÍNICAS
- Visita e Discussão de Casos - segundas-feiras
às 8:30h LOCAL: Enfermaria de Cirurgia Vascular
FACULDADE DE MEDICINA DE SOROCABA - Hospital Regional
- Visitas e Discussões de Casos, terças-feiras
às 9:30h LOCAL: Enfermaria de Cirurgia Vascular
SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE SÃO PAULO
- Disciplina de Cirurgia Vascular. Reuniões
todas as quintas-feiras a partir das 9:00h LOCAL:
3 º. Andar do Departamento de Cirurgia (DC 3)
- Informações: tel. 11 3226-7273 ramal
5645 com sra. Denil
Eventos nacionais
Curso de Linfedema
Inscrições abertas
Curso teórico e prático para tratamento
do edema linfático
Coordenação do Dr. Henrique Jorge Guedes
Neto, assistente da disciplina de Cirurgia Vascular
da Faculdade de Ciências Médicas da Santa
Casa de São Paulo, responsável pelo
Ambulatório de Linfedemas e Angioplasias e
diretor científico da Regional São Paulo
da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular
E com os fisioterapeutas Tarso Túlio Nogueira
e Elisa Helena Seixas
Informações: (11) 3826-3678 / 3826-5079
c/ srta. Roseli
4a. Jornada do Hospital do Coração de
Ribeirão Preto
Realização: Hospital do Coração
Data: 11 de novembro
Local: Stream Palace Hotel - Ribeirão Preto
- SP
Informações: Support Assessoria Empresarial
Fone: (16) 610-0425
Fax: (016) 610-2233
E-mail: marketing@support-ass.com.br
34o. Congresso Brasileiro de Angiologia e Cirurgia
Vascular
de 20 a 25 de outubro
local: Hotel Inter Continental Rio - Rio de Janeiro/RJ
tel.: (0__21) 286-2846
fax: (0__21) 537-9134
Curso de Angiologis e Cirurgia Vascular 2000/2001
Coordenação: Dr. Henrique Guedes
Data: 28/10 - Módulo VI - Varizes MMII
Moderador: Dr. Jorge Agle Kalil
1- Ressecações de Colaterais - Safenectomia
- sim ou não? - Dr. Cid Sitrangulo Jr.
2- Escleroterapia x Photoderm x Diolite - Dr. Bem-Hur
Parente
3- Complicações das Varizes dos MMIIs
- Dr. José Amorim
Taxa de inscrição: (por módulo)
Acadêmico/sócio APM - isento
Sócio SBACV - R$ 20,00
Residente/Estagiário - R$ 20,00
Médico não-sócio - R$ 50,00
Informações:
Setor de Eventos Científicos da APM
Av. Brig. Luís Antônio, 278
Tel. (11) 3188-4249 fax: 3188-4255
Home page: www.apm.org.br
e-mail: Simone@apm.org.br
Participe:
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sobre cursos e eventos. Faça também
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